Toda empresa já passou por essa situação: processo seletivo criterioso, profissional bem avaliado, contratação celebrada e, meses depois, um desligamento que ninguém esperava.
O que costuma falhar nesses casos não é o olhar sobre o currículo. É a ausência de um olhar sobre o que vem depois da contratação.
Retenção ainda é tratada como consequência de uma boa contratação. Mas ela é, na verdade, uma decisão que precisa ser tomada desde o processo seletivo.
Quando recrutamento, onboarding e acompanhamento deixam de ser etapas isoladas e passam a compor uma jornada integrada, a empresa para de apagar incêndios devido à saída de profissionais.
O recrutamento deve avaliar o momento de carreira e perspectiva de crescimento, não só aderência técnica. O onboarding não é só logístico, ele se torna um espaço de confirmação do alinhamento. E o acompanhamento contínuo mantém a conversa aberta, antes que o problema apareça.
É importante lembrar que: profissionais ficam onde sentem que crescem. E esse senso de pertencimento começa a ser construído muito antes do primeiro dia.
A sua empresa já está pensando dessa forma?
Gostou do conteúdo? Confira outros textos para te ajudar a crescer na carreira no Blog da Vipper Talentos.